Saudades das tuas folhas que me espraiavam nas mãos e da suavidade dos teus raios, que bonitos eles eram, mas tão longe que eles estão, carvalhais de sombras inquietas e copas despidas, iluminadas por aquilo que deixa sempre a sua graça e o seu encanto num caminho e num trilho castanho...
Bosque te quero, bosque que preciso para continuar na demanda e na trilha do reencontro e da esperança, para um dia quando lá voltar, regalar,... me perder e me embalar, naquelas pequeninas folhas lobadas, castanhinhas... infrutífero do outono...
Primavera que chega, inverno que se perdeu...
by Rui Faria
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