Estamos num vale íngreme em Fafião (18-3-14) e o pastor segue a sua rotina diária conduzindo o rebanho de dezenas de cabras pelas encostas e beira-rio. Domesticadas mas de colorações "selvagens", camuflam-se no habitat florestal e por lá varrem o terreno em busca das suas plantas favoritas. De repente sou invadido por um odor a folha de louro, e lá estava uma a comer pachorrentamente a folhagem da Laurus nobilis, pelo menos a que conseguia chegar!
E isto já gerou algumas piadas em relação á sua carne (não por mim, mas por outros a quem partilhei esta história), se é que me faço entender!
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